Começo por dizer que é muito, muitíssimo difícil escrever num teclado de computador deitada, e se o faço é para testar a viabilidade da coisa, já percebi que é nula. Donde, tendo sucedido ter phodido as costinhas, de novo, não há cá possibilidade de continuar a trabalhar nas condições possíveis, pois que admito que não há condições, e as mínimas que ainda há (saber ler e escrever) não são possíveis (pô, as vezes que já errei, apaguei, corrigi, cansaço).
Conclui-se que continuo a mesma bezerra de sempre: ando há uma semana com uma moinha na lombar, mas parar, népia: horas e horas sentada, que tenho tanto que fazer. E hoje o corpinho acordou em modo revolução, toma lá uma dor que já não sentias há uns anos, desde a Grande Crise da Ciática de 2022, e a Longa Recuperação Pós Operatória de 2023-2024 e 1/2. Desta vez apanhou-me o lado esquerdo, e vai até ao joelho. Ao menos ainda sinto a perna, mas andar nela, não se aconselha. Bom, já marquei consulta para quarta, porque amanhã tenho uma situação e não quero deixar as pessoas penduradas, mas pronto, conta como evolução, equacionar parar antes que acabe entrevadinha, estendida no chão, a pedir que me deixem estar só um bocadinho que já passa. O que, atenção, nunca aconteceu, mas já ouvi contar que acontece.
(figas para ainda ter tramadol em casa, que o brufenom não chega para isto)
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