terça-feira, 20 de setembro de 2016

Your mother was a hamster and your father smelt of elderberries

Se algum dia me apanharem a falar / escrever sobre a Assunção Cristas com a mesma verrina ad hominem e epítetos que já ouvi / li nestes últimos dias usados a propósito da Mariana Mortágua, estão expressamente autorizados a fazer fila e esbofetear-me violentamente.

[ou então façam queixa à minha mãezinha, que ela trata do assunto]

16 comentários:

  1. O meu pai diz que é muito simpática. :P

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    1. É capaz, é capaz, mas politicamente não me é simpática, coisas :P
      (achei um despropósito, aqui há tempos, as notícias a desfazer num autefite dela. como se o que veste a definisse. é pena é já ter lido n cenas sobre a apresentação da mortágua e tal, com outros "mimos" adicionais)

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    2. Gosto especialmente dos juízos de valor com referência ao pai dela.

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    3. Deve ser aquela coisa cristã dos filhos pagarem os pecados dos pais (se formos por aí, credo)

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    4. Independentemente da ideologia política, incomóda-me imenso esse tipo de comentários - e ainda mais sobre o ser mãe de 4 filhos, deveria era estar em casa a tratar dos filhos. NO-JO.

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    5. Essa também é muito boa, é. Um nojinho.

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    6. Isso vindo de quem acha que a SMS é um exemplo, não é?

      É só rir.

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    7. Acho que nem a Luna nem eu nos referíamos a alguém em particular - juro, não me recordo de alguém aqui na bloga ter dito isto - mas a uma crítica que lhe faziam. O costume: se uma mulher na política tem família, era ir arear panelas e lavar cueiros para casa, se não tem filhos, é uma feia/seca/machona em quem ninguém pega. Cansaço.

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    8. O fim de semana passado vi-a de micro-calções. Era só isto. Confesso que até tenho alguma simpatia por ela, mas deitou tudo a perder ao embarcar no populismo do IMI da silly season.

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    9. A Cristas? Não posso! Tenho um bocadinho de preconceito sobre micro-calções em mulheres adultas. Oh, well. Se calhar vinha da praia :P

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    10. Quase...vinha da piscina!

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  2. O que eu acho muita piada é que quem esperneia mais são os bloggers que se dizem apolíticos.

    Os cães de fila habituais já não me espantam.

    A pessoa lê cada coisa que a faz pensar que os campos de trabalho eram uma excelente ideia. Felizmente, lá acalmo.

    Como está do seu braço, Izzie?

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    1. Mais valia serem políticos, que ao menos saía uma crítica de jeito. Ainda ontem li uma opinião da Helena Roseta, bem fundamentada, a levantar questões bem pertinentes. Assim, sim.

      [o braço cá está e, segundo o ortopedista, agora não tenho nada, foi uma inflamação e passou. recomendou exercício, e eu tive de conter o sarcasmo para não responder "ténis, por exemplo?" acabei a explicar se agora está bom, e consigo fazer toooodos os movimentos que ele mandou, é porque estive meses sem esforçar nadinha, a fazer nada, com grande constrangimento para a minha vida, e a abdicar de imensas actividades de que gosto ou tenho de fazer. vou fazer mais dois exames - canal cárpico e cervical - e vamos a ver. entretanto, vou ver de horários de natação e hidroginástica, e do método bowen que me recomendaram aqui há tempos. obrigada pelo cuidado :)]

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  3. Tenho sentido muito vergonha alheia com tudo o que se tem dito/escrito. As referências ao pai da Mortágua têm sido a cereja no topo do bolo.
    Eu sei que tenho uma atracção (um bocado mórbida) pelas "caixas de comentários" desta vida mas a verdade é que, olhando para o facebook, mais dia menos dia deixo de ter amigos. A quantidade de pessoas que é capaz de ofender gratuitamente é absurda. E claro que basta ser mulher para que os argumentos acabam todos por passar pela beleza/estado civil/maternidade. É cansativo de tão previsível.

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    1. Acho que já me estou a repetir e escrevi isto, mas quando quero aumentar a auto-estima vou ler caixas de comentários de jornais online. Por comparação até me sinto capaz de concorrer a secretária geral da onu.

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