Mãozinha no ar se mais alguém se deu conta que o que estava mesmo, mesmo, muito, a precisar era de uma missão espacial a sério, com astronautas a sério.
Eu estava.
É a melhor coisa que aconteceu desde o início do ano, e a nível mundial. Cada notícia, cada comunicado, cada foto, uai, a Izzie fica pequenina outra vez, a lembrar os diretos do Cabo Canaveral, repetidos em todos os noticiários, com fotos nos jornais, e nós a ver o Challenger a partir para mais uma aventura, os astronautas em gravidade zero lá em cima, às vezes fora da nave, e era tudo uma excitação, space, the final frontier, e uma pessoa a sonhar que em crescida ainda ia ver pessoas em Marte.
Depois houve aquele dia terrível, e os sonhos de infinito foram-se em fogo, fumo, estilhaços. Para agora se voltar a ouvir falar da Nasa, ver uma mulher dentro da nave, um montão delas na sala de controlo, e espero que as muitas pequeninas que agora vejam com os olhos a brilhar se permitam sonhar com a final frontier, e elas lá, a desbravar o grande desconhecido.
É mais que uma missão, é uma esperança renovada, ao nos vermos pequeninos a partir do espaço, e pequeninos ali, no espaço. Uai.

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