Sou zero adepta de teorias de conspiração, embora tenha de admitir um fraquinho pelo terraplanismo, caramba, elevar a ignorância ao nível da 4ª classe a "teoria" é obra. A cena da inteligência artificial assusta-me q.b., afinal vi o 2001 e o Terminator, mas ainda morro antes dos computas nos exterminarem. As cenas dos algoritmos até me dá jeito, quando funciona, confesso que até os alimento para que me sugiram cenas que sejam a "minha onda". A coisa de estarmos a ser vigiados e ouvidos e filmados, uhuhu, nunca me preocupou muito, a minha vida é extremamente aborrecida e não interessa a ninguém.
E eis que. Acho que toda a gente já passou pela experiência de andar a pesquisar, por exemplo, qual o desumidificador melhor / mais eficiente / mais em conta, e, de repente, ter as redes inundadas de anúncios do dito produto, vendido por A, B, ou C. Mas o que vou contar não se seguiu a uma pesquisa na net. Foi uma conversa de dois, três minutos, sobre um produto muito específico, cuja existência desconhecia, aliás, capaz de apostar que em Portugal não se vende ou sequer existe, a menos que o tenham trazido do estrangeiro, como foi o caso. Limitei-me a notar que dava muito jeito, sim senhora; não me importava de ter em casa; onde se arranja disto?; e responderam-me que tinha sido trazido do país tal, pela fulana de tal (por acaso natural de lá). E eu, oh, que pena, mas deve ser coisa que se arranja na @m@zzzzoin, a alemã, pelo menos. Dia seguinte, intervalo de um jogo no telemóvel, a cadeia de ferramentas e utilidades do lar de que sou freguesa mais que habitual informa, com fotografia do zingarelho, que o tem à venda no seu site / marketplace. Sim senhora. Pois está bem.
Acho que vou comprar mais papel de alumínio e forrar os meus chapéus e boinas. E telemóvel.
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